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25
02
2019

Nutrição e doença de alzheimer

A doença de Alzheimer (DA) é uma doença que ocorre quando as células nervosas do cérebro sofrem uma redução de tamanho e em número. Estas células têm funções específicas, actuando em conjunto para que o cérebro funcione correctamente. Ao deixarem de existir, há partes do cérebro que ficam “comprometidas”.

 

Este tipo de demência é caracterizado por um declínio progressivo das funções cognitivas, como a memória, o pensamento, a compreensão, o cálculo, a linguagem, a capacidade de aprendizagem, entre outras.

 

As pessoas com DA têm um maior risco de desnutrição e os seus níveis e aporte de micronutrientes e ácidos gordos essenciais poderão estar comprometidos ao longo da progressão desta doença. Normalmente existem deficiências em:

– Selénio

– Fibra

– Ferro

– Ácidos Gordos Ómega 3

– Vitaminas do complexo B, C, A, E e K

 

Assim sendo é muito importante atingir as doses diárias recomendadas destes nutrientes para prevenir o aparecimento da doença.

 

Contudo, também existe uma estreita associação entre o excesso de peso ou obesidade na vida adulta (45-55 anos) e o aumento do risco de aparecimento de demência e de DA. Segundo alguns estudos, uma alimentação com quantidades elevadas de gordura saturada parece aumentar o risco de DA, devendo-se reduzir a sua ingestão como medida de prevenção desta doença.

 

Fonte: Manual “Nutrição e Doença de Alzheimer” da DGS de Setembro de 2015.

 

 

 

Helena Mendes da Maia

Nutricionista e Mestre em Doenças Metabólicas e Comportamento Alimentar

Autora do livro “Longevidade à La Carte”

Cédula Profissional nº 0084N

nutricao.marisol@aquafitness.pt

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