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01
03
2018

Alimentação Vegetariana

Atualmente, verifica-se um número crescente de vegetarianos em todo o mundo, incluindo em Portugal, sendo vários os motivos que podem levar à adoção de uma alimentação vegetariana, tais como considerações éticas, ambientais, religiosas e relativas à saúde e aos direitos dos animais. A dieta vegetariana deve ser completa, variada e equilibrada, seguindo os princípios fundamentais de uma alimentação saudável.

 

O padrão alimentar vegetariano é constituído predominantemente por alimentos de origem vegetal, excluindo a carne, o pescado e os seus derivados. No entanto, em algumas dietas poderá ser permitida a inclusão de ovos e/ou lacticínios. A alimentação vegetariana pode ser classificada da seguinte forma:

 

 – Lactovegetariana – exclui alimentos de origem animal, como a carne, pescado e ovos, mas admite a ingestão de leite e derivados.

 – Ovovegetariana – exclui alimentos de origem animal, como a carne, pescado e lacticínios, mas admite a ingestão de ovos e derivados.

 – Ovolactovegetariana – exclui alimentos de origem animal, como a carne e o pescado, mas admite a ingestão de leite, ovos e derivados.

 – Vegetariana estrita ou vegana – exclui todos os alimentos de origem animal.

 

Contudo, a adoção deste padrão alimentar não implica, à partida, mais saúde. Apesar das escolhas alimentares terem uma importância bastante relevante, devemos ter em atenção certos fatores associados a um estilo de vida saudável, nomeadamente em termos de hábitos tabágicos, consumo de álcool e a prática de atividade física. A comunidade científica tem feito inúmeras pesquisas que vão ao encontro dos benefícios relevantes e mensuráveis associados a dietas vegetarianas e outras à base de produtos de origem vegetal, nomeadamente na redução da prevalência de obesidade, diabetes, cancro, doenças cardiovasculares, hiperlipidemias, hipertensão, bem como na redução da taxa de mortalidade por insuficiência coronária.

 

Ainda assim, uma alimentação vegetariana, se for mal planeada pode ser tão prejudicial como uma alimentação não vegetariana desequilibrada. Relativamente às considerações nutricionais, é importante que se monitorize alguns parâmetros, de forma a identificar eventuais alterações do estado nutricional, dando particular atenção à ingestão de proteína, ácidos gordos essenciais, ferro, cálcio, zinco, vitamina D e vitamina B12, tendo em conta que estes são os nutrientes que podem apresentar uma maior probabilidade de défice, sendo fundamental um planeamento alimentar cuidado e ajustado para assegurar a adequação nutricional.

 

 

Referências Bibliográficas:

  1. Pinho, J. P., Silva, S. C. G., Borges, C., Santos, C. T., Santos, A., Guerra, A., & Graça, P. (2016). Alimentação Vegetariana Em Idade Escolar. Retrieved from https://www.alimentacaosaudavel.dgs.pt/activeapp/wp-content/files_mf/1460120952AlimentaçãoVegetarianaemIdadeEscolar.pdf
  2. Silva, S. C. G., Pinho, J. P., Borges, C., Santos, C. T., Santos, A., & Graça, P. (2015). Linhas de Orientação para uma Alimentação Vegetariana Saudável. Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável. Retrieved from https://docs.google.com/viewer?url=https%3A%2F%2Frepositorio-aberto.up.pt%2Fbitstream%2F10216%2F80821%2F2%2F123855.pdf

 

 

 

Daniela Toscano

Nutricionista Estagiária, C.P.2104NE

nutricao3.texugo@aquafitness.pt

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